23 de out. de 2010

Gestor da Segurança da Informação, CSO – Chief Security Officer


Introdução

Estabelecer procedimentos em transações corporativas, operar por meio de regras de acesso e restrições, criar hierarquias de responsabilidades, métodos de reação a eventuais falhas ou vulnerabilidades e, acima de tudo, manter um padrão no que se refere à segurança da companhia, dentre outras, são atribuições que culminaram na criação da função de  Gestor da Segurança da Informação, CSO – Chief Security Officer.

Todas as mudanças importantes ocorridas em segurança da informação demandavam um novo profissional. O gestor de tecnologia não tinha condições nem tempo para assumir toda essa área. A resposta foi a criação de uma nova função dentro da companhia que organizasse e coordenasse as iniciativas em segurança da informação na busca da eficiência e eficácia no tema.

Definir um bom gestor

Apenas alguém com grande conhecimento tanto em negócios quanto em segurança pode desenhar a estratégia de segurança da informação de maneira competente, implementando políticas e escolhendo as medidas apropriadas para as necessidades de negócios, sem impactar na produtividade.

Além disso, ainda que a contratação de gestores de segurança esteja sendo uma constante no mercado de grandes companhias, não se chegou a um consenso sobre a natureza do seu cargo.

Responsabilidades

Um dos pontos que permanecem sem uma definição precisa é a viabilidade de combinar sob o mesmo chapéu a segurança lógica e a física. O isolamento entre essas áreas pode ser fatal para uma companhia no caso de um desastre natural, como o furacão Katrina em 2005, que atingiu a cidade norte-americana de Nova Orleans, ou o tsunami, que afetou a Indonésia em 2004, e até mesmo uma pane elétrica ou incêndio.

Para atender aos requisitos de segurança lógica e física de redes globais cada vez mais complexas e vulneráveis, o perfil do CSO evoluiu muito. Por um lado, o cenário apresenta ameaças crescentes e cada vez mais fatais, hackers, vírus, ataques terroristas, enchentes, terremotos. Por outro, a vulnerabilidade e a complexidade tecnológica crescem também e aumentam as atribuições e as habilidades necessárias para exercer a função de CSO.

Hoje um CSO tem de entender de segurança, conhecer bem os negócios e participar de todas as ações estratégicas da empresa. Mais do que um técnico, ele deve ser definitivamente um gestor de negócios.

Geralmente, o CSO possui formação em Ciência da Computação, Engenharia ou Auditoria de Sistemas. O grande retorno que o CSO traz para as empresas é diminuir os riscos nas operações, com todas as consequências positivas. Infelizmente, um profissional tão completo assim não é encontrado facilmente no mercado.

No Brasil, a demanda não chega a ser tão grande, mas esses profissionais já são comuns em instituições financeiras, seguradoras, operadoras de telecomunicação e empresas com operações na Internet. Especialistas em carreira recomendam que o CSO tenha atuação independente e não se reporte ao CIO, mas diretamente à diretoria ou à presidência.
Também, estatísticas recentes apontam para o crescimento dos empregos na área de segurança. De acordo com estudo anual feito pela IDC e patrocinado pelo International Information Systems Security Certification Consortium, a projeção de profissionais para a região das Américas passou de 647 mil em 2006 para 787 mil em 2009.

O estudo Global Information Security Workforce Study (GISWS) destaca que a responsabilidade pela segurança da informação cresceu na hierarquia da gestão e acabou chegando ao conselho diretor e ao CEO, CISO ou CSO.

Quase 21% dos entrevistados na pesquisa disseram que seu CEO agora é o responsável final pela segurança da informação, e 73% afirmaram que esta tendência se manterá.

Cada vez mais é essencial que as organizações sejam pró-ativas na defesa de seus ativos digitais. Desse modo, é preciso contar com profissionais competentes para lidar com soluções de segurança complexas, requisitos regulatórios e avanços tecnológicos das ameaças, bem como vulnerabilidades onerosas.

Assim, o CSO deve proceder a gestão de riscos e estar mais integrado às funções de negócio. Profissionais de segurança precisam aprimorar suas habilidades técnicas e de negócio para que possam exercer a função.

A certificação de Segurança da Informação pode ser dependente e/ou independente de fabricantes e é bem útil para o desenvolvimento da carreira. As credenciais atreladas a fabricantes, como as da Cisco e da Microsoft, por exemplo, são meios importantes para conseguir as habilidades necessárias ao cargo.
No entanto, elas precisam vir acompanhadas de certificações que demonstrem uma ampla base de conhecimento e experiência. As certificações Certified Information Systems Security Professional (CISSP) e Certified Information Systems Auditor (CISA) são ótimas opções.

Uma boa dica para quem pretende se profissionalizar na área de Segurança da Informação é obter certificações de uma associação de segurança profissional para ajudar a impulsionar a carreira.

Conclusão

Ao elaborar o plano de carreira as associações que oferecem serviços de construção de carreira e educação continuada podem ajudar. No contato com essas associações, o candidato a CSO pode explorar oportunidades para demonstrar sua experiência na área, fazer parte de redes de comunicação com colegas e ter acesso à pesquisa da indústria e oportunidades de trabalho voluntário.

É importante ressaltar, também, que certificações e experiência na área são pouco proveitosas isoladamente. Para evoluir no quadro técnico da empresa e se tornar um CSO é necessário saber se comunicar, em termos de negócios. Para isso, a proficiência técnica deve ser aliada à habilidade de transmitir o valor do negócio.

O CSO deve ser capaz de explicar os benefícios da segurança, acerca de retorno do investimento (ROI), e seu valor para melhorar a capacidade da empresa em fechar negócios, além de deixar claro quais são as soluções práticas que ela pode trazer para a resolução dos problemas.

16 de out. de 2010

Monitoramento de funcionários nas empresas

Introdução

Desde que o computador passou a integrar o cotidiano de nossas vidas, sempre estivemos sujeitos a ataques de pessoas com más intenções. Algumas dessas pessoas tinham interesse apenas em se divertir, vendo como o seu ataque repercutiria no mundo da informática. Outras, por vezes, tinham interesse em furtar informações sigilosas.

Dentro de uma empresa onde o maior patrimônio são seus ativos de informação, temos nas pessoas como alvo principal das falhas de segurança, muitas das quais iniciam com o descontentamento de funcionários que acabam furtando informações relevantes da empresa.

A partir do momento em que os computadores passaram a ser mais utilizados de maneira interconectada, novas formas de ataque foram surgindo, o que levou a uma maior preocupação com a segurança, não apenas dos recursos computacionais de cada computador, mas também das informações que trafegam pelas redes de interconexão nas empresas

Visando ter um controle maior sobre qualquer atividade desempenhada pelo funcionário e ao mesmo tempo ter como identificar através de logs, as ocorrências referentes a softwares instalados e troca de informações que este pratica no seu computador, então houve uma necessidade maior de criar um monitoramento eficiente.

Quais as questões que mais preocupam as empresas?

• Quais funcionários gastam mais tempo navegando na Internet?

• Quem é o funcionário que gasta maior tempo em sites de compras, esportes ou sites para adultos?

• Quais funcionários que acessam mais bate-papo ou serviços de e-mail anônimo como Hotmail e Gmail?

• Quem envia a maioria dos e-mails com anexos?

• Quais funcionários podem estar vazando informações confidenciais da empresa através de mídia removível, como pen drives, CDs e DVDs?

• Quais funcionários estão imprimindo documentos confidenciais?

• Quem está chegando tarde ao trabalho e saindo mais cedo?

• Quem toma muito tempo em almoço?

• Quais são meus empregados pesquisando no Google, Yahoo e MSN?

Então, são questão básicas que deixam a mente dos empresários e gestores preocupados, pois tudo isso reflete no desempenho e na produtividade das empresas.

Monitoramento com Spector 360

Software que registra as atividades do computador de cada um dos seus funcionários, que alimenta as informações em um banco de dados e fornece mais de 50 relatórios personalizados que ajudam a identificar rapidamente os funcionários que são mais prováveis para prejudicar sua empresa.

Se você detectar um problema ou suspeitar que um funcionário específico é o principal culpado de abuso, você pode analisar cada detalhe do seu computador e o acesso à Internet para recolher as provas necessárias. O nível de detalhamento é tão preciso que você pode ver o que um funcionário faz a cada segundo.

O detalhe maior nessas questões de monitoramento é que aumentam a capacidade da empresa de monitorar o funcionário e acabam maximizando a performance do trabalho, como podemos notar através do vídeo extraído do YouTube:




Quais as principais razões para realizar o monitoramento?

• Aplicar a política de utilização aceitável: Os funcionários acreditam que as regras podem ser burladas quando ninguém está olhando e quando há o monitoramento percebe-se uma diminuição a incidência como os riscos de assédio sexual e racial e as ocorrências de jogos on-line e de pornografia.

• Proteção contra roubo: Vazamento de informações sensíveis e confidenciais, acidentalmente, intencionalmente ou não.

• Requisitos de conformidade: Atender os requisitos de conformidade com leis e normas da empresa.

• Aumentar a produtividade: Reduzir significativamente a quantidade de ociosidae de maneira simplória que tem crescido na maioria dos locais de trabalho.

• Realizar investigações e violação de documentos: Qualquer funcionário suspeito da prática de conduta inadequada, ilegal ou não aprovados podem ser investigados.

Para ter acesso a demonstração do software veja abaixo:

• Demonstração do produto

• Demonstração das ferramentas de gravação

• Filto de Internet e demonstração do monitoramento de funcionário

Conclusão

Mecanismos de prevenção compreendem soluções e procedimentos cujo objetivo é tomar as medidas necessárias para que um determinado evento relativo à segurança ocorra. Como você pode observar, vivemos hoje em uma sociedade baseada na informação. Cada empresa geralmente possui informações que são estratégicas para o seu ramo de atividade. O roubo de tais informações pode causar danos à imagem da empresa e até mesmo levar a sua falência. Por isso, é de suma importância a preocupação com a segurança dos recursos computacionais dentro de uma organização.

Referências:

Spector360. Disponível em http://www.spector360.com/. Acesso em 15 de outubro 2010.

29 de set. de 2010

Segurança e plano de contingência: Sua empresa já possui?


As organizações, quando criadas, têm a expectativa de permanecer desenvolvendo suas atividades durante muitos anos. Ou melhor, de fazê-lo indefinidamente. Os acionistas investem recursos com o objetivo de que a organização permaneça ativa e possibilite o retorno desse investimento.
Em resumo, toda a organização deseja continuar “viva”, atuar no segmento escolhido, alcançar seus objetivos e cumprir sua missão.

Como viver significa enfrentar riscos, para as organizações isso também é válido. Uma organização não deve deixar de existir porque uma situação de exceção aconteceu no seu dia-a-dia.

Quando trabalhamos com o patrimônio mais importante da empresa, no caso a informação, cada organização deve estar preparada para enfrentar situações de contingência e de desastre que tornem indisponíveis recursos que possibilitem seu uso. Medidas como a criação e manutenção de backup’s, que é um procedimento básico para qualquer organização enfrentar situações de contigência. Dizemos básico, mas não suficiente porque? Para que uma organização se supere de uma situação de contingência e continue funcionando de forma adequada, também são necessários outros recursos: humanos, de tecnologia, de conhecimento de processos, de ambiente físico e de infra-estrutura.

Exemplo de caso real:

“Carro de bombeiros pega fogo durante atendimento”
Araraquara – Um carro de resgate do Corpo de Bombeiros de Araraquara pegou fogo, anteontem, ferindo cinco pessoas. Três bombeiros, um menino e sua mãe estavam no veículo e tiveram queimaduras, mas ninguém corre risco de vida. O incidente ocorreu quando os bombeiros socorriam Carlos Alberto Filho, de 9 anos, que havia caído de uma árvore, numa chácara do Jardim Zavanella. O fogo foi causado por uma explosão no cilindro de oxigênio.”

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo
Data: 15/04/2003

Existe, na sua empresa, um plano para recuperação do negócio em caso de desastre?

Você já participou de um teste ou simulação de situação de desastre?

Referências:

Fontes, Eduardo. Segurança da Informação: o uso faz a diferença. São Paulo: Saraiva, 2006.

28 de set. de 2010

Contramedidas de segurança

Introdução


Sêmola (2003, p.52) diz que diante da amplitude e complexidade do papel da segurança, é comum estudarmos os desafios em camadas ou fases, particionando todo o trabalho para tornar mais claro o entendimento de cada uma delas. Chamamos esta divisão de barreiras. Existem algumas barreiras como desencorajar, dificultar, discriminar, detectar, deter e diagnosticar. Penso também que a segurança não é meramente um produto e sim um conjunto de procedimentos e processos a serem tomados para evitar ataques e vulnerabilidades.

Contramedidas de Segurança

Uma contramedida é uma ação, processo, dispositivo ou sistema que possa prevenir ou atenuar os efeitos das ameaças em desktops, servidores ou rede.

Neste contexto, uma ameaça é um evento real ou potencial adverso que podem ser maliciosos ou acidentais, e que podem comprometer os ativos de uma empresa ou a integridade de um computador ou rede.

Contramedidas podem assumir a forma de hardware, software e modos de comportamento. Contramedidas em software incluem:

a) firewalls pessoais

b) firewalls de aplicativos

c) anti-virus

d) bloqueadores de pop-up

e) detecção de spyware e programas de remoção

A de hardware mais comum é um roteador que pode impedir que o endereço IP de um computador individual pode ser diretamente visível na Internet. Contramedidas de hardware incluem:

a) sistemas de autenticação biométrica

b) restrição física de acesso aos computadores e periféricos

c) detectores de intrusão

d) alarmes.

Contramedidas comportamentais incluem:

a) eliminação freqüente de cookies armazenados e os arquivos temporários dos navegadores da Web

b) regular a verificação de vírus e outros malwares

c) instalação regular de atualizações e patches para os sistemas operacionais

d) recusando-se a clicar em links que aparecem em mensagens de e-mail

e) evitando abrir e-mails e anexos de remetentes desconhecidos

f) ficar longe de sites duvidosos

g) regularmente backup de dados em mídias externas

Em aplicações militares, uma medida preventiva é um sistema ou uma estratégia destinada a prevenir um inimigo de comprometer um alvo. Isso pode ser feito pela blindagem, encobrir ou o movimento do alvo, a criação de iscas ou confundir o inimigo.

Exemplo prático de contramedida:

Configurando o Firewall do Windows

Um firewall da Internet pode ajudar a impedir que outros acessem seu computador pela Internet. O Windows XP com SP2 e o Windows Server 2003 com SP1 incluem o Firewall do Windows, um firewall interno que pode oferecer para muitas organizações uma camada de proteção adicional contras ataques de rede, como worms e ataques de negação de serviço.

1.Clique em Iniciar e em Painel de controle.

2.Clique em Firewall do Windows.

3.Clique no botão de opção Ativado (recomendado).

4.Se necessário, clique na guia Exceções e configure exceções para protocolos que você quer permitir pelo firewall.

5.Clique em OK para ativar o Firewall do Windows.

O Firewall do Windows não tem o rico conjunto de recursos fornecido por muitos produtos de terceiros, porque ele destina-se a ser um recurso básico de prevenção de invasões. O Firewall do Windows não permite coletar dados sobre o PC e bloqueia tentativas não solicitadas de conexão. No entanto, o Firewall do Windows não faz uma filtragem ampla de saída.

Conclusão

As contramedidas visam implementar mecanismos de controle físico, tecnológico e humanos que irão permitir a eliminação das vulnerabilidades ou a sua viável administração, a fim de conduzir o nível de risco a um patamar desejado de operação.

Referências:

1. Sêmola, Marcos. Gestão da Segurança da Informação: visão Executiva da Segurança da Informação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003


2. Microsoft Technet: Capítulo 11 - Contramedidas adicionais. Disponível em http://technet.microsoft.com/pt-br/library/dd459112.aspx. Acesso em 28 de setembro de 2010.


3. SearchSoftwareQuality.com Definitions. Disponível em http://searchsoftwarequality.techtarget.com/sDefinition/0,,sid92_gci1193329,00.html. Acesso em 28 de setembro de 2010.

23 de set. de 2010

Como fazer rastreamento de email?


Introdução

Todos os dias recebemos e-mails e muitas das vezes duvidosos originados de algum spam ou até mesmo golpistas em busca de praticar o ataque mais comum “Phishing”.

Nesse artigo iremos falar sobre a ferramenta eMailTrackerPro que analisa os cabeçalhos de mensagens de e-mail e traça o endereço IP do computador onde a mensagem foi originada, a sua localização estimada, o indivíduo ou a organização do endereço IP está registrado, o fornecedor de rede, e informações adicionais disponíveis.

Pesquisa da rede responsável por um endereço de e-mail

Rastrear um endereço de email é útil para identificar a empresa e serviço de rede porém não fornecem informações específicas sobre o remetente. Como os endereços de e-mail podem ser facilmente falsificados, as informações fornecidas não podem ser confiáveis, para fins de investigar e denunciar o abuso de e-mail.

Como utilizar a ferramenta?

 1. Clique no link de rastreamento de e-mail no “Trace an email”

Figura - 1: Tela para realizar o rastreamento
2. Utilize a opção “Trace na email I have received” no caso de possui os cabeçalhos de email da mensagem.

3. Escolha a opção “Look up network responsible for an email address se desejar rastrear informações do responsável do email.

Se você tiver copiado um cabeçalho de e-mail, ele será automaticamente colado na caixa de cabeçalhos de e-mail como mostrado acima.

Se quiser traçar apenas um endereço de e-mail em seguida, selecione a caixa de seleção ao lado da rede de pesquisa responsável por uma opção de endereço de e-mail e digite o endereço de email. Selecione o rastreamento para iniciar. O relatório do rastreamento será feito como mostrado na figura abaixo:

Figura - 2: Resultado da pesquisa
Figura acima mostra os itens conforme descrito abaixo:

1 - Clique no botão indicado pelo número 1 para iniciar um novo rastreamento. “New trace”

2 - Clique no botão indicado pelo número 2, para ver o Relatório de Identificação. “View Report”

3 - Cada novo rastreamento irá abrir uma nova aba dentro do eMailTrackerPro GUI. Para fechar a guia basta clicar no 'x' para o lado direito da guia.

4 - World Map - O local suspeito que o email veio é exibido no mapa. Esta localização pode mudar durante um avançado de rastreamento devido a informações mais sólidas de rede e localização geográfica recolhida durante um rastreamento avançado.

5 - reportar abuso - abuso de informação é o recurso mais valioso no eMailTrackerPro. Ao reportar abuso SPAM para o ISP responsável, pode levar o autor da obtenção processada e ter a conta encerrada.

6 - Route to Sender - Este quadro será preenchido durante um rastreamento avançado. O quadro vai mostrar todos os saltos da rota com o IP e a localização suspeita para cada salto. O primeiro salto será a máquina local onde o rastreamento está sendo executada e do último hop será mais próximo do servidor do ISP para o destino final, que será na cidade / cidade que originou o e-mail.

7 - Outras informações relacionadas com o e-mail de rastreamento pode ser encontrado clicando nos separadores indicado pelo número 7. Estes incluem whois rede, whois do domínio e no cabeçalho do email.

Para fazer download do eMailTrackerPro clique aqui

Como reportar ameaças recebidas por email?

Para reportar a algum servidor sobre emails com ameaças ou que sejam maliciosos abaixo uma lista de email de alguns servidores conhecidos:

• abuse@terra.com.br
• abuse@uol.com.br
• abuse@bol.com.br
• abuse@terra.com.br
• abuse@hotmail.com

Os e-mails do abusar servem tanto para denunciar spam como o mal uso do e-mail e normalmente será ABUSE@PROVEDOR.COM

 Agora se o provedor for algo exótico como fulano@asdf.com.br acesse o ww.registro.br e faça uma pesquisa pelo registro www.asdf.com.br ou se for internacional tente no www.register.com onde o procedimento é o mesmo, se não der certo nesses sites tente pelo Network Solutions (www.netsol.com) e clique em whois.

Conclusão

Crimes impróprios são cada vez mais comuns e retrata justamente uma das dúvidas mais procuradas em fóruns de discussão que é como rastrear uma calúnia via web? ou até, um email qualquer que tenha chegado. Em geral, são pessoas que receberam alguma coisa via web e querem saber quem foi o infeliz que mandou aquilo para eles. O que sabemos é que ainda existem apenas projetos de lei e ainda não existe uma legislação específica para casos de abusos por email.